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Abril — ParkinsonParkinson

Parkinson é muito mais do que tremor

Lidiane Meira MartesPublicado em 11 de abril de 20265 min de leitura

Quando alguém fala em doença de Parkinson, existe uma imagem quase automática: uma mão tremendo.

Mas reduzir Parkinson ao tremor é reduzir uma doença complexa a apenas uma de suas possíveis manifestações.

O Brasil possui um PCDT nacional atualizado da doença de Parkinson, aprovado pela Portaria Conjunta SAES/SECTICS nº 16, de 1º de agosto de 2025.

O movimento pode mudar de diferentes maneiras

Entre as manifestações motoras estão bradicinesia — lentidão dos movimentos —, rigidez, alterações de marcha e instabilidade postural, além do tremor. Também podem ocorrer manifestações não motoras.

Isso ajuda a explicar situações que às vezes aparecem antes de a família perceber sua importância:

  • “Ele está andando mais devagar.”
  • “Demora mais para levantar.”
  • “Os passos ficaram menores.”
  • “Parece mais inseguro.”
  • “Está fazendo tudo com mais dificuldade.”

Isoladamente, nenhuma dessas frases diagnostica Parkinson.

Mas elas mostram uma coisa importante:

a funcionalidade conta uma história.

Por que a reabilitação importa?

O cuidado da pessoa com Parkinson não se resume ao medicamento.

Estratégias de reabilitação podem trabalhar mobilidade, equilíbrio, marcha, força, atividades funcionais e independência, de acordo com as necessidades de cada pessoa.

Talvez o primeiro sinal que a família perceba não seja um tremor. Pode ser algo que a pessoa deixou de fazer como fazia antes.

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Referências e fontes

Este conteúdo possui finalidade informativa e educativa e não substitui avaliação, diagnóstico ou acompanhamento individualizado por profissional de saúde.

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