Abril — Parkinson • Parkinson
Parkinson é muito mais do que tremor
Quando alguém fala em doença de Parkinson, existe uma imagem quase automática: uma mão tremendo.
Mas reduzir Parkinson ao tremor é reduzir uma doença complexa a apenas uma de suas possíveis manifestações.
O Brasil possui um PCDT nacional atualizado da doença de Parkinson, aprovado pela Portaria Conjunta SAES/SECTICS nº 16, de 1º de agosto de 2025.
O movimento pode mudar de diferentes maneiras
Entre as manifestações motoras estão bradicinesia — lentidão dos movimentos —, rigidez, alterações de marcha e instabilidade postural, além do tremor. Também podem ocorrer manifestações não motoras.
Isso ajuda a explicar situações que às vezes aparecem antes de a família perceber sua importância:
- “Ele está andando mais devagar.”
- “Demora mais para levantar.”
- “Os passos ficaram menores.”
- “Parece mais inseguro.”
- “Está fazendo tudo com mais dificuldade.”
Isoladamente, nenhuma dessas frases diagnostica Parkinson.
Mas elas mostram uma coisa importante:
a funcionalidade conta uma história.
Por que a reabilitação importa?
O cuidado da pessoa com Parkinson não se resume ao medicamento.
Estratégias de reabilitação podem trabalhar mobilidade, equilíbrio, marcha, força, atividades funcionais e independência, de acordo com as necessidades de cada pessoa.
Talvez o primeiro sinal que a família perceba não seja um tremor. Pode ser algo que a pessoa deixou de fazer como fazia antes.
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Informação também faz parte do cuidado.
Referências e fontes
Este conteúdo possui finalidade informativa e educativa e não substitui avaliação, diagnóstico ou acompanhamento individualizado por profissional de saúde.
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